sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Execução de pastor iraniano - Portas Abertas

Pastor iraniano enfrenta execução


Pôr do sol no Irã
IRÃ (2º) - A International Christian Concern pede oração urgente pelo pastor preso Youcef Nadarkhani que recebeu a notificação de que será executado sob a acusação de "apostasia" - a conversão do islamismo para o cristianismo - e aguarda agora o veredicto final do tribunal.

O pastor Youcef Nadarkhani, líder da igreja em Rasht, no Irã, foi preso em 13 de outubro de 2009 por questionar a prática de educação islâmica de estudantes cristãos - incluindo seus próprios filhos – que obriga a leitura do Alcorão na escola.

Sua execução, inicialmente prevista para 24 de outubro, foi adiada para uma data desconhecida pelas forças de segurança na esperança de que Youcef renunciasse a Cristo e voltasse ao islamismo.

Uma vez que o veredicto final do tribunal é entregue, o pastor Youcef terá 20 dias para recorrer ao Supremo Tribunal Federal.

A esposa do pastor Youcef, Fatemeh Passandideh, foi presa em 08 de junho e sentenciada à prisão perpétua. No entanto, depois de uma apelação, ela foi liberada após uma audiência de 11 de outubro.

Embora sua esposa tenha sido absolvida, é improvável que o seja concedido o mesmo ao marido pois a sua atividade cristã era mais proeminente e sua acusação mais grave.
Em uma carta à comunidade cristã internacional, o pastor Youcef tomou coragem e consolou os cristãos ao redor do mundo: "O que temos hoje, é uma, mas não insuportável situação difícil, porque Ele não nos prova mais do que a nossa fé pode suportar... Devemos considerar essas situações e as prisões como uma oportunidade para testemunhar o Seu nome."

Pedidos de oração:

• Ore para que o pastor Youcef Nadarkhani encontre coragem e confiança no Senhor. Ore também para que se for vontade de Deus, ele seja liberado e se não, que ele exemplifique a Cristo e dê glória a Deus em seu chamado para sofrer pelo nome de nosso Salvador.
• Ore pela esposa do pastor e seus dois filhos para que Deus sustente-os durante este período de grande provação. E que eles permaneçam firmes na fé e perseverem em face da tirania e da perda.
• Ore pelos cristãos iranianos para que não sejam intimidados ou se cansem, mas compartilhem o Evangelho com coragem e procurarem orientação do Senhor e a graça diariamente.


Tradução: Carla Priscilla Silva

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Eleições 2010 - Em quem devo votar?

EM QUEM DEVO VOTAR?
TEXTOS: ROMANOS 13.1-7; 1 SAMUEL 8, 12

Antes de votarmos em qualquer candidato a algum cargo político, devemos nos perguntar: “em quem devo votar? Devemos ponderar quem Deus quer que coloquemos para governar-nos por quatro anos. Claro que devemos abandonar todo interesse pessoal e egoísta e pensarmos no benefício de todos, especialmente na glória de Deus.
Precisamos considerar que aqueles que colocarmos no poder serão aqueles que receberão a nossa submissão e obediência em tudo aquilo que o Senhor não for infringido. Ou seja, estaremos prontos a cumprir suas determinações e leis que declaradamente não ofenderem os princípios maiores, que são os de Deus. Analisemos então Romanos 13.1-7
1. DEUS É O DOADOR DA AUTORIDADE – v.1
2. Os crentes têm uma base racional distinta para se submeterem, de modo apropriado, às autoridades governamentais: o reconhecimento de que o próprio Deus é a fonte do governo na sociedade humana (Pv 8.15,16; Dn 2.21. Nenhum governante chega ao poder se não for pela determinação de Deus. Os bons (para o bem do povo) e os maus (para a disciplina do povo). Toda autoridade é instituída por Deus. Seja para o povo se alegrar ou seja para o povo gemer.
3. REBELAR-SE CONTRA A AUTORIDADE CIVIL IMPLICA NO MESMO CONTRA DEUS – v.2-3
Quando o Governo nos impõe boas leis e normas que não ferem os princípios bíblicos e nós não as cumprimos estamos transgredindo não somente ao Estado, mas também a Deus. O Legislativo, o Judiciário e o Executivo são instituídos por Deus para serem autoridades respeitadas e obedecidas por nós quando eles cumprem seus deveres de acordo com a vontade revelada de Deus.
4. A AUTORIDADE DEVE BENEFICIAR A SOCIEDADE – v.4 a
Isto é a sua função normal, mesmo quando as autoridades do governo sejam reconhecidamente não-cristãs. O dever do governo ou qualquer autoridade é realizar o bem ao povo. Este bem se aplica na vida física, emocional, moral, ética, social e acima de tudo espiritual do indivíduo, se é que podemos distingui-lo assim.
5. DEUS OUTORGA AO ESTADO O PODER DA ESPADA – v. 4b
A “espada”, ou seja, o poder da vida e morte dos mal-feitores; Punição capital (At 25.11). É verdade que em um sistema atual falho é difícil adotarmos essa atitude na nossa realidade brasileira. Mas, o Governo tem este poder de fazer se o fizer com justiça e equidade. É bom notar que isto não dá o direito de normatizar atos como a “eutanásia” e “aborto” e outras ações condenadas pelo Criador.
6. A SOCIEDADE NÃO DEVE DEIXAR DE PAGAR SEUS IMPOSTOS – v.6
Visto que a tarefa do governo é divinamente ordenada e requer apoio financeiro, o crente deve pagar imposto com sentimento de devoção a Deus – Mt 22.21; compare com At 4.18-31; 1Co 6.1; 1Pe 2.13.
É errado sonegar impostos. O cidadão fiel não sonega, não retém para si o que não lhe pertence. Mas também, é errado o Governo impor pesados tributos ao povo. Isso sempre foi condenado por Deus que odeia a desigualdade social onde os ricos ficam cada vez mais ricos às custas dos pobres. Deus abomina a usura, o uso de juros altos que escravizam os necessitados.
I. O INÍCIO DA MONARQUIA - O povo exige um rei (1Sm 8)
Na Bíblia hebraica, 1 Samuel vem depois de Juízes, o qual termina com triste o refrão: “naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto” (Jz 21.25). Samuel trouxe o governo teocrático. Ou seja, Deus mesmo governava através de seu representante o profeta, sacerdote e juiz.
A instituição da monarquia foi um novo estágio na história política e religiosa de Israel, embora essa idéia propriamente dita fosse conhecida nos vizinhos (Jz 3.12). Uma das causas da relutância de Israel não ter instalado ainda um rei, está revelada nas palavras de Gideão (Jz 8.23). Um princípio fundamental na fé do povo israelita era de que o próprio Senhor (Javé) era o soberano de Israel, e o seu grande Rei (8.7; 12.12). Mas, já existiam idéias de um rei – Nm 24.7,17-19.
Nesse contexto, vê-se com clareza a pecaminosidade ao clamor do povo por um rei humano. Não que Israel não deveria ter um rei, mas, o que é censurável é o desejo do povo de ter um rei “como o tem todas as nações” (8.5), porque esse desejo significa a rejeição do maior de todos os reis (8.7).
II. A QUEDA DO REI QUE O POVO QUIS – a decepção do primeiro rei de Israel.
Saul é apresentado em 9.2 como uma pessoa impressionante de notável aparência presumivelmente como o povo queria (10.23). Quando fazemos escolhas usando meramente conceitos humanos e interesseiros certamente estamos cavando a nossa própria cova. A monarquia foi claramente concebida como tendo necessidade da orientação de Deus, assim como nós precisamos da orientação divina para eleger nossos governantes e não usarmos a nossa paixão partidária e egoísta. Saul falhou em algumas ocasiões importantíssimas com relação às exigências de Deus:
1. Não esperou por Samuel, tomou o lugar de profeta – 1Sm 13.8-14;
2. Desobedeceu a Deus preservando a vida do rei e de muitos animais – 1Sm 15
3. Necromancia e espiritismo – 1Sm 28.7; 1Cr 10.13.14;
Existem políticos que estão envolvidos com coisas contrárias à vontade de Deus na Sua Palavra? Então não o coloquemos no poder, senão será uma tragédia.
Para eleger alguém como líder eram precisos três passos:
Primeiro: a designação como tendo sido a escolha do Senhor.
Você já sabe qual é a vontade do Senhor? Já ponderou estando de joelhos e Bíblia aberta para saber bem em quem deve votar?
Segundo: uma demonstração de bravura e de ter recebido poder da parte do Senhor ao realizar uma façanha heróica, e;
Terceiro: a confirmação pelo povo.
Saul fora designado por Samuel e tivera uma experiência profética (10). Atacou os filisteus (10.5,8) e teve vitória importante, e é coroado em Gilgal.
Saibam que depois de você votar será de fato aquele em quem você votou que estará lá. Você é responsável por isso!
O processo de ascensão ao trono foi completado, e o discurso de Samuel no capítulo 12.3-15 mostra três argumentos para compelir o povo a reconhecer a sua própria culpa em pedir um rei:
1. Convida o povo a concordar que ele tinha sido um líder inculpável – v.4-5;
2. Ressalta que sempre tinha sido o Senhor quem nomeava líderes – v.6; e se mostravam adequados – v.7,8;
3. Enfatiza que, mesmo quando os israelitas “esqueceram-se do Senhor, seu Deus”, o Senhor fora gracioso para com eles. Embora os sujeitasse à opressão dos inimigos – v. 9. Ele atendia suas confissões de pecados e seus rogos por livramento (10) e suscitava juízes, entre os quais estava o próprio Samuel (11). Dentro desse contexto da suficiência da provisão do Senhor, a exigência do povo em ter um rei humano, embora o próprio Senhor fosse seu rei (12), pode ser considerada rebelião (8.7). Mesmo assim a monarquia pode ter sucesso, se tanto o rei quanto o povo temerem ao Senhor, o servirem e atenderem à sua voz (14).
CONCLUSÃO: leiamos 1Sm 12.13 em contraste com 8.18, 16.1 e 8.10. Depois disto eu e você podemos responder: “Em quem devo votar?”
Pela amada igreja, a eleita do Senhor: Pr. João Duarte

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

NOTA DE FALECIMENTO


Faleceu, na Igreja dos negligentes e frios na fé, dona "Reunião de Oração", que já estava enferma desde os primeiros séculos da era cristã.

Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado.

Os médicos constataram que sua doença foi motivada pela "frieza de coração", devido a falta de circulação do "sangue da fé". Constataram ainda: "dureza de joelhos" - não dobravam mais - "fraqueza de ânimo" e muita falta de boa vontade.

Foi medicada, mas erroneamente, pois lhe deram grande dose de "administração de empresa", mudando-lhe o regime; o xarope de reuniões sociais" sufocou-a; deram-lhe "injeções de competições esportivas", o que provocou má circulação nas amizades, trazendo ainda os males da carne: rivalidades, ciúmes, principalmente entre os jovens.

Administraram-lhe muitos "acampamentos", e comprimidos de "clube de campo".

Até cápsulas de "gincana" lhe deram pra tomar!

RESULTADO: Morreu Dona "Reunião de Oração"!

A autópsia revelou: falta de alimentação, como "pão da vida", carência de "água viva", e ausência de vida espiritual.

Em sua memória, a Igreja dos negligentes, situada na Rua do Mundanismo, número 666, estará fechada nos cultos de 3as e 5as Feiras; aos domingos, haverá Culto ou escola dominical, só pela manhã, assim mesmo quando não houver dias feriados, emendando o lazer de Sexta a Segunda e vigília nem pensar.

Agora, uma pergunta:

SERÁ QUE O LEITOR NÃO AJUDOU A MATAR A DONA "REUNIÃO DE ORAÇÃO"?

Fonte: email recebido do Pr. Enéas Alexandrino

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

As Eleições e os políticos

O Tempora, O Mores: As Eleições e os Políticos!: "Como estamos na proximidade das eleições de 2010, resolvi 'requentar' este post antigo, que ajuda também a responder algumas perguntas que m..."

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Plena Satisfação em Deus - Parte 2.

Desenvolvido pelo ministério Desiring God, nos Estados Unidos, e produzido no Brasil pela Editora Fiel, este vídeo exclusivo faz parte de um DVD que contém 8 mensagens do pastor John Piper.

John Piper, parte 2 from Editora Fiel on Vimeo.

A DESINTEGRAÇÃO DA IGREJA

A DESINTEGRAÇÃO DA IGREJA
MALAQUIAS

Você é multmaniano? Ou você é bultmaniano? Ou é boffiniano? Ou talvez você seja finniano? Alguns devem está desejosos de responder: “Não, eu sou terráqueo mesmo”. Me entendam: mesmo sem saber você pode ser uma destas coisas!
Multmann e Leonardo Boff são dois grandes colaboradores da Teologia da Libertação. Rudolf Bultmann foi uma mola propulsora para a Teologia Liberal e consequentemente para a vida cristã liberal. Na intenção de apresentar uma mensagem contextualizada pecou proclamando um ensino que nega a veracidade, suficiência e inerrância das Escrituras. Charles Finney foi grande influência no modelo evangelístico de hoje. Ele criou o sistema de apelo, criou o “banco dos aflitos” onde os ouvintes de suas mensagens poderiam ir para demonstrarem seus desejos de uma suposta nova vida. Só que daqueles convertidos pelos apelos emocionais de Finney poucos permaneciam. Com isso a igreja foi invadida pelo liberalismo e pelo secularismo desenfreado. E onde estavam estes homens? Nos seminários e faculdades.
E o que dizer da Teologia da Prosperidade? O que pensarmos de Kenneth Hagin, Benny Hinn (Bom Dia Espírito Santo), David (Paul) Yonggi Cho, no Brasil você conhece Bispo Macedo, Missionário R.R. Soares (que é cunhado de Edir Macedo), Apóstolo Waldemiro Santiago, o casal Estevam e Sônia Hernandes, Valnice Milhomens, Marco Feliciano e Silas Malafaia. Eles vendem as bênçãos de Deus! Eles não ganham dinheiro para evangelizar, mas, evangelizam para ganhar dinheiro! E estão conquistando nossas igrejas. Os membros de nossas igrejas preferem o ensino deles em detrimento ao nosso.
Hernandes Dias Lopes desabafa:
O espírito pós-moderno tem levado muitos crentes à banalização do sagrado. Milhares de pessoas entram pelos umbrais da igreja evangélica, mas continuam prisioneiras de suas crendices e de seus pecados. Têm nome de crente, cacuete de crente, mas não vida de santidade. Em vez de ser instruídas na verdade, são alimentadas por toda sorte de misticismo forâneo às Escrituras. Em vez de crescerem no conhecimento e na graça de Cristo, aprofundam-se ainda mais no antropocentrismo idolátrico, ainda que maquiado de espiritualidade efusiva. Dentro desta cosmovisão, os céus estão a serviço da terra. Deus está a serviço do homem. Não é mais a vontade de Deus que deve ser feita na terra, mas a vontade do homem no céu. Tudo tem de girar ao redor das escolhas, gostos e preferências do homem. O bem-estar do homem e não a glória de Deus tornou-se o foco central da vida. Assim, o culto também tornou-se antropocêntrico. Cantamos para o nosso próprio deleite. Louvamo-nos a nós mesmos. Influenciados pela síndrome de Babel, celebramos o nosso próprio nome.
Nesse contexto, a mensagem também precisa agradar o auditório. Ela é resultado de uma pesquisa de mercado para saber o que atrai o povo. O ouvinte é quem decide o que quer ouvir. O sermão deixou de ser voz de Deus para ser preferência do homem. Os pregadores pregam não o que o povo precisa ouvir, mas o que o povo quer ouvir. O misticismo está tomando o lugar da verdade. A auto-ajuda está ocupando o lugar da mensagem da salvação. Assim, o homem não precisa de arrependimento, mas apenas de libertação, visto que ele não é culpado, mas apenas uma vítima. O pragmatismo pós-moderno está substituindo o genuíno evangelho.
A banalização da teologia desemboca na vulgarização da ética. Onde não tem doutrina bíblica sólida não pode haver vida irrepreensível. A teologia é mãe da ética. A ética procede da teologia. Onde a verdade é substituída pela experiência, a igreja pode até crescer numericamente, mas torna-se confusa, doente e corrompida. O povo de Deus perece quando lhe falta o conhecimento. Onde falta a Palavra de Deus, o povo se corrompe. Outrossim, onde não há santidade, ainda que haja ortodoxia, o nome de Deus é blasfemado.
Leonard Ravenhil diz:
“E eu costumava dizer que mesmo que tardasse, a igreja sofreria pelo pecado da América. Eu mudei de idéia. Acredito que a América sofrerá pelo pecado da igreja”.
Andrew Bonar disse:
“Eu procurei pela igreja e a encontrei no mundo. Eu procurei pelo mundo e o encontrei na igreja”.

Para falarmos num contexto semelhante a este é preciso ler o ultimo profeta do Antigo Testamento, Malaquias. Temo em pensar que alguns pastores só abram neste livro da Bíblia para lerem o capítulo 3 versículo 10. Mas este profeta tem uma mensagem atual e poderosa para a igreja e seus pastores. Leiamos Ml 1.6-14
I. UM DESPREZO DO NOME DE DEUS
Vemos aqui o Antropocentrismo:
O homem valoriza o homem. Um culto ao homem. O homem se encontra no centro da vida e das atenções. Quando valorizamos demasiadamente o homem desvalorizamos a Deus. Quando tributamos honras ao homem desonramos a Deus! Diante disso, o nosso dever é:
a. Honrar a Deus como Amoroso – v.2 a
b. Honrar a Deus como Pai – v.6
c. Honrar a Deus como Senhor – v.6
d. Honrar a Deus como o grande Rei – v.8 e 14b
e. Honrar a Deus como Gracioso – v.9 a e 1.5
f. Honrar a Deus como Grandioso – v.11
g. Honrar a Deus como SENHOR dos Exércitos – v.14c - título que dá ênfase ao seu poder. O termo “Exércitos” pode ser entendido como se referindo ou aos astros, ou aos anjos, ou às forças armadas de Israel.
h. Honrar a Deus como possuidor de um nome terrível – v.14 d
Deus, e somente Deus merece a honra e a glória. Soli Deo glória, disseram os reformadores! Façamos um culto teocêntrico, abandonemos toda exaltação ao homem. Deus deve ser o receptor, Deus deve ser o motivo, Deus deve ser o conteúdo do seu culto, somente Deus!
Aquele povo não dava gloria a Deus. Como assim?
Eles ofereciam pão imundo:
Eles ofereciam animal doente:
Eles ofereciam fogo sem vida: v.10
Eles ofereciam um serviço cansativo: v.13
II. A REJEIÇÃO POR PARTE DE DEUS
Vejam que Deus indica a graça dEle para aquele povo – v.9 a
Porém, Ele exige mudanças de atitudes – 9b “mas, com tais ofertas em vossas mãos, aceitará ele a vossa pessoa?”
Observe comigo que antes da oferta (culto) Deus ver o ofertante. Antes de Deus avaliar a adoração ele avalia o adorador. Deus diz para aqueles que realizavam os cultos: “Eu não tenho prazer em vós”. Ele não se agradou do culto, mas antes não se agradou do adorador! Não foi assim com Caim e Abel?
Deus rejeita o culto congregacional. Ele deseja que alguém feche as portas do templo para que não haja culto – v.10
Enganam-se aqueles que pensam que Deus tem apenas um atributo. Deus é amor, mas também é Deus zeloso... O mesmo Deus que amou a Jacó aborreceu a Esaú.
a. Ele é Deus que amaldiçoa o enganador – v.14 a – É maldito todo pastor hipócrita, ator, que finge que mente que engana fingindo entregar um culto agradável a Deus;
b. Ele é Deus que amaldiçoa as bênçãos do sacerdote: 2.2
c. Ele é Deus que amaldiçoa os próprios sacerdotes: 2.2
d. Ele é Deus que reprova a descendência dos sacerdotes: 2.3
e. Ele é Deus que abomina o pecado e o pecador: 2.16 e Salmo 5.5


III. A ACEITAÇÃO DO MINISTÉRIO ÍNTEGRO
Observemos 2.5-7 quatro marcas de um ministério íntegro que é aceito por Deus:
1. O ministro íntegro mantém um profundo relacionamento com Deus –
“[...] com efeito ele me temeu, e tremeu por causa do meu nome [...] andou comigo em paz e em retidão”.
Muitos que trabalham para Deus não andam com Deus. Muitos que dirão: Senhor, Senhor, não herdarão o reino dos céus;
Muitos que fazem muita coisa não têm feito o mais importante! Marta e Maria;
Muitos estão pisando em terreno santo de forma leviana. Isaias viu o trono de Deus e lá estavam os querubins com seis asas...

2. O ministro íntegro é incorruptível na doutrina – “A verdadeira instrução esteve em sua boca”.
O ministro que fala no nome de Deus deve falar nada menos e nada mais do que a Palavra de Deus! Não acrescenta nem diminui.
As pregações de hoje estão repletas de liberalismo, sincretismo, pragmatismo e ortodoxia morta.
Paulo exorta a Tito e a nós: “No ensino, mostra integridade, reverência, linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito”.
A heresia que matou o ministro certamente matará o povo. Há pastores que alimentam lobos e deixam as ovelhas comendo espinhos.
3. O ministro íntegro é estudioso e proclamador da Palavra de Deus – v.7
Existem ministros que não estudam, acham que já sabem de tudo e são auto-suficientes. Em 17/08/1760, John Wesley escreveu uma sincera carta a John Trembath exortando-o a agir diligentemente no preparo e aplicação do sermão.

“O que tem lhe prejudicado excessivamente nos últimos tempos e, temo que seja o mesmo atualmente, é a carência de leitura. Eu raramente conheci um pregador que lesse tão pouco. E talvez por negligenciar a leitura, você tenha perdido o gosto por ela. Por esta razão, o seu talento na pregação não se desenvolve. Você é apenas o mesmo de há sete anos. É vigoroso, mas não é profundo; há pouca variedade; não há seqüência de argumentos. Só a leitura pode suprir esta deficiência, juntamente com a meditação e a oração diária. Você engana a si mesmo, omitindo isso. Você nunca poderá ser um pregador fecundo nem mesmo um crente íntegro. Vamos, comece! Estabeleça um horário para exercícios pessoais. Poderá adquirir o gosto que não tem; o que no início é tedioso será agradável, posteriormente. Quer goste ou não, leia e ore diariamente. É para sua vida; não há outro caminho; caso contrário, você será, sempre, um frívolo, medíocre e superficial pregador."
Existem pastores que perderam o gosto de pastorear. Me lembro que um certo rapaz acostumado com doutores de todas as áreas me perguntou: “Para ser pastor é preciso estudar o quê?”
Então eu respondi: “Teologia”.
- Ah, esse curso pode ser feito nas horas vagas de um estudante de medicina, por exemplo – disse ele.
Então eu disse: “Pode ser. Mas, o médico vai cuidar de salvar vidas físicas. O pastor vai ajudar salvar e cuidar de almas eternas!
4. O ministro íntegro é um ganhador de almas – 2.6 - “... e da iniqüidade apartou a muitos”.
O ministro íntegro faz o trabalho de um evangelista. Ele acredita que o evangelho é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê!
O ministro íntegro visita as famílias com oração e evangelismo para ganhá-las para Cristo...
Quando me sinto deficiente nesta área volto à minha biblioteca e leio “O pescador de almas” de Spurgeon, além da Bíblia, claro.

CONCLUSÃO

A igreja está se desintegrando! Você deve lutar para ter um ministério íntegro! Deus nos ajude!